
BABAR: O FILME (Babar: The Movie - França, Canadá/1989) é um longa-metragem que traz o personagem homônimo, criado pelo ilustrador francês Jean de Brunhoff no distante ano de 1931, em uma grande aventura.
Ele é um elefante carismático, rei da Terra dos Elefantes, casado com a Rainha Celeste, com quem tem quatro elefantinhos.
Instigado pelos filhos a contar sua história, no dia do Desfile da Vitória, ele narra os primeiros momentos em que se tornou rei, ainda pequeno, quando herdou a coroa.
Naquele momento, ele ficou sabendo pela sua prima Celeste (com quem mais tarde se casaria) que o lorde dos rinocerontes, Rataxés, iria atacar a Terra dos Elefantes.
Não querendo se submeter à burocracia do reino, que se empenha em analisar a viabilidade de um contra-ataque, e descobrindo que a aldeia de Celeste foi incendiada, Babar abandona o palácio real e se embrenha na perigosa selva tentando ajudar a prima, cuja mãe foi levada como escrava para a terra dos rinocerontes junto com outros elefantes adultos.
Babar terá de usar de astúcia e honrar seu posto de rei, mesmo sendo apenas um jovem elefante, embora conte com a ajuda do seu primo Artur e do macaco Zephir, a fim de evitar a invasão de seu reino pelo malvado Rataxés e seu temível exército.
DE 0 A 10 = NOTA 9
BABAR, em verdade, é uma série de desenhos diferentes, que aqui no Brasil foram transmitidos pela TV Cultura durante um bom tempo.
Poucos desenhos animados discutem valores tão caros como companheirismo, fidelidade e integridade como este.
Seja adulto, seja criança, todos que assistem se rendem a este clássico da animação.
Um pequeno trecho do filme.
(Resenha dedicada à minha filha Isabel, que é o mesmo nome da filhinha de Babar que pede ao pai para contar a história acima).


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